Hoje foi bonito! De Barcelona até passando um pouco Gênova, o velho e azul Mediterrâneo nos acompanhou pela janela direita de nossos meios de transportes. Bonito também, pois foi um importante teste para o relacionamento, para a coluna e os cojones! Entramos ontem no ônibus as 10:15 da noite rumo a cidade que surgiu o hino da França (Marseille). O objetivo foi apenas ganhar tempo e chegar antes em Mônaco!
O ônibus tinha be
m pouca gente, mas de qualidade duvidosa. Tomei meio dramin e tentei relaxar com o motorista hablando catalan no celular numa baita chuva. Paramos na fronteira para uma checada nos passaportes e depois perto de Perpignan numa baita friaca. Chegamos em Marseille um pouco antes das 6 da manhã e compramos o ticket de trem para Mônaco com uma troca estratégica de trem em Nice! Antes das 10 da manhã já estávamos na terra da Stephanie! Compramos as passagens para Firenze e para nossa surpresa não existe locker em Mônaco para deixar as malas, não tivemos escolha senão conhecer Monte Carl
o de mala, como fiéis representantes da classe operaria lusa! A saída da estação já é no inicio da subida do Cassino! Espetáculo! Puxamos um subida até o cassino e lá compramos um ticket para um city tour naqueles banzos abertos! Fizemos a volta no principado, que tem menos de 2 km quadrados, parando em alguns pontos importantes. Entretanto, o que parecia um passeio tranquilo no sol e temperatura agradável, passou a ser um inferno, pois deu uma nublada e levantou um vento que a Clarissa achou que ia virar pingüim! E para completar, ao chegar no cais o banzo fez água! E o motora enlouqueceu e mandou todo mundo sair! Mas estávamos em Mônaco, e tudo se resolveu rapidamente, compl
etando o percurso na parte onde fica a pista da F1.
O ônibus tinha be
Encerramos nossa curta estada no principado, sem encontrar a Stephanie, mas com as malas e satisfeitos por volta
das duas da tarde quando seguimos viagem!Nossa viagem até Firenze ainda tinha mais 4 trens! É amigos, isso é Libertadores! Primeiro pegamos um rápido trem de 20 minutos até a fronteira da Itália, mais especificamente em Ventimiglio. Como toda cidade de fronteira, nelsons andando por todos os lados! De lá pegamos outro trem para Gênova (2:15 min) terra da Sampdoria! Esse trem lembrou o Transiberiano, pois era um compartimento para 6 pessoas! Foi entrando uma pessoa de cada naipe, até completar com um asiático comendo cheetos bola com um afinco de bater uma foto! Que fome o galo devia estar, e o cheiro no compartimento, barbosinha!
Mais uma troca de trem em Gênova e partimos para Pisa (2:30 min), em mais um compartimento com 6 pessoas, mas agora só uma versão italiana do Juninho Pernambucano estava com a gente.
Finalizamos a jornada até Firenze com um trem guerreiro de 50 min. até a praça Santa Maria Novella, mais precisamente no restaurante Grillo, o qual a Ramile diz que trabalha.
Resumo do dia: 23 horas e meia de Barcelona a Firenze, cerca de 4 horas de sono (com 1/2 dramin), 1 ônibus duvidoso que não estragou e 1 bonitinho, que fez água, 6 trens, 1 km de pista do GP de Mônaco puxando as malas a 1,8 km/hora, 4 países, 4 idiomas, sem banho, sem meus óculos escuro que ficou pelo caminho sabe-se lá onde, mas interaços e prontos para Firenze!
Vamo que vamo!
Bjos e abs!
Leo e Cla
Finalizamos a jornada até Firenze com um trem guerreiro de 50 min. até a praça Santa Maria Novella, mais precisamente no restaurante Grillo, o qual a Ramile diz que trabalha.
Resumo do dia: 23 horas e meia de Barcelona a Firenze, cerca de 4 horas de sono (com 1/2 dramin), 1 ônibus duvidoso que não estragou e 1 bonitinho, que fez água, 6 trens, 1 km de pista do GP de Mônaco puxando as malas a 1,8 km/hora, 4 países, 4 idiomas, sem banho, sem meus óculos escuro que ficou pelo caminho sabe-se lá onde, mas interaços e prontos para Firenze!
Vamo que vamo!
Bjos e abs!
Leo e Cla
