Ia Orana (Oi em Taitiano)!!
Saímos a uma da manhã da Ilha de Páscoa e chegamos a uma da manhã em Papete. Que bonito! Como o voo teve 5 horas de duração e o fuso horário é de 5 horas para trás, praticamente revolucionamos as leis da física. Considerando que dormimos o voo todo, podemos imaginar após algumas cervejas, que na realidade viajamos no tempo. Em outro momento continuo os devaneios sobre a linha do tempo!

Papete é a capital do Taiti, que é a maior e mais populosa (cerca de 187 mil habitantes, menos que Big River) ilha da Polinésia Francesa (PF). A PF é um país de outro mar (como chamam os franceses) e é composta por 5 arquipélagos, dentre esses está o da Sociedade. Nele se encontram as ilhas mais conhecidas: Taiti, Morea, Bora Bora, entre outras.
Na chegada fomos para o Manava Suíte Resort, 3 estrelas! Breve parênteses: 3 estrelas do Taiti é equivalente a uma constelação em Dhaka, no Bangladash. Com a função de imigração e bagagem, fomos deitar lá pelas 3:30 e às 7 horas já estávamos de pé.
Como até os guerreiros descançam, piscina do hotel até umas 10:30. Check out às 11 e pegamos um mini carrinho para dar uma banda por Papete. Fomos até o centro, almoçamos no Mercado Municipal e tentamos caminhar um pouco, mas a temperatura era de uns 30 graus e uma umidade infernal. Pegamos o carro e costeamos a ilha para conhecer um pouco.
Lá pelas 4 da tarde entregamos o carro no aeroporto e embarcamos em um ATR 42 da Air Tahiti para Bora Bora. Para nós o voo foi bem tranquilo (céu de brigadeiro), mas para um magrão na fila ao lado foi uma tensão! O meu guri parecia bem tranquilo, aspecto de um experiente viajante, bermuda de surf, chinelinho, notebook na mão etc e tal. Mas foi decolar que bateu o pavor no galo! Praticamente ficou todo o voo naquela posição de pouso de emergência (com a cabeça encostada na pernas) e olhar pela janela só de pseudo soslaio (aquela bem de canto de olho rapidinha). E olhava e voltava rápido. Pânico total no Taiti para o guri! Bom, a Clarissa vai dizer que isso não aconteceu bem assim, mas não acreditem, ela não estava prestando atenção! ;)

Pousamos no final da tarde e um barco do "albergue" nos levou para uma cabana sobre as águas. Aí virou sacanagem, as fotos abaixo falam por si. Praia, caiaque, praia, frescobol, praia, praia, praia,....e observar a vida alheia. Dois casais muçulmanos tomando uma surra do caiaque, uma briga tensa entre uma família francesa, vários num vermelhão reluzente, uma japinha tentando remar de sup contra o vento e não saindo do lugar e assim foram passando os dias.
Ah....na primeira noite é que apareceu um visitante inesperado. Eram quase 3 da manhã quando a Clarissa me acorda com um berro: "tem uma barata na cama!!" Acordei perdidaço! Mexemos na cama e lá estava ela. Mato a barata e falo: "relaxa minha gala, é só uma baratinha daquelas que tem nos Molhes do Cassinero". Esses "albergues" são complicados mesmo. Afinal de contas, esses bangalôs é que invadiram o habitat dos peixes, algas, baratas, etc.
Na quinta-feira final da manhã fizemos check out e pegamos um barco e um ônibus para Vaitape, centrinho da ilha. Estava um baita sol na cuca e não tem praticamente nada para ver.
Às 6 da tarde fomos de barco até o aeroporto e agora um ATR 72 nos levou de volta a Papete. Serão 6 horas de espera para voar para Auckland, Nova Zelândia. E o legal é que a Nova Zelândia está 23 horas na frente no fuso horário...vai complicar o organismo da gurizada.
Mauruuru (Obrigado) e Nana (tchau)!!





















