"Como é evidentemente muito dificil escrever a verdade, no interesse dela eu me permiti às vezes ir um pouco além ou ficar um pouco aquém."

Robert Capa (1913 - 1954)

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

The Netherlands

Iniciamos esta nova viagem pelos Países Baixos. Chegamos em Amsterdam na segunda dia 10/9 por volta do meio dia. Ficamos num Ibis um pouco afastado, na região de Amstelveen, mas fácil de chegar através do metro. O preço dos hotéis estava bem caro em Amsterdam e Berlim agora em setembro.
Deixamos as malas no hotel e voltamos para a Estação Central. Acho que é a sexta ou sétima vez que venho a Amsterdam, e toda vez que venho acho esse lugar do caralho! Sair da estação e olhar o canal e os prédios da volta é muito show! Bom, fomos direto no Red Light, onde não vi tantos Coffeeshops como antigamente, mas as janelas continuam com a luz vermelha expondo as suas beldades para todos os gostos. Ainda passamos na Dam Platz e na casa da Anne Frank.


No dia seguinte, mais descansados, andamos pelos principais pontos turísticos da cidade. Iniciamos na Museumplein com os museus do Van Gogh e Rijks, Vondelpark, Leidseplein, mercado de flores, Rembrandtplein, Rembrandthuis e finalizamos no pitoresco e animadinho Red Light. Mais para o final da tarde fizemos o clássico passeio de barco pelos canais, o qual descobri que o imposto para as casas à frente dos canais são calculados pela largura da fachada. Por isso as casas são estreitas e grandes para o fundo.


Em nosso terceiro dia, foi a vez de um passeio pelo interior. Fomos através de um pacote da Tours & Tickets, bem justo. Iniciamos pelos moinhos de Zaanse Schans! Estava um pouco friaca e uma chuvinha tocada a vento que dificultou a visita. Visitamos um moinho serrador e teve um carinha que explicou o funcionamento. Seguimos de lá para Marken, uma ilha de pescadores e fazedora de tamancos. Essa ilha tem um ponto interessante. A porta de entrada das casas fica no segundo andar por causa das inundações que eram comuns até a construção de um dique alguns anos atrás. O passeio terminou em Volemdam, a qual chegamos de barco. Outra cidadezinha clássica holandesa. Valeu a pena! Para finalizar o dia caminhamos da estação até a Museumplein.


No nosso último dia de Amsterdam, acordamos cedo e pegamos um trem para Utrecht. Cidade que fica a 25 minutos da capital e foi uma das primeiras cidades da Holanda fundada no século XI. Utrecht é sensacional! Tivemos sorte pelo baita dia de sol. Ela tem 7 universidades e um pouco mais de 300 mil habitantes! Possui uma área central clássica com canais, mas com um "pulo do gato". Há uma parte rebaixada na beira do rio com restaurantes! Assim é possível descer até o canal e curtir uma bela cervejas da água.


Depois de muita caminhada, pegamos o trem de volta a Amsterdam. Ainda deu tempo para alugar uma Black Bike por duas horas e tocar o terror por aquelas ciclovias! Meu Deus, tensão total! Tem que estar bem ligado para as bicicletas não passarem por cima de ti!


Próxima parada: België! Antwerpen, Brugge e Ghent!

sexta-feira, 30 de março de 2018

Cancún, Isla Mujeres e Chichén Itzá!


Vos escrevo diretamente do México! Passamos 6 dias nesse país da América do Norte. Como as férias eram curtas, optamos por visitar apenas Cancún e arredores.
Nossa viagem iniciou no sábado dia 24/3 às 1:30 da manhã! Pegamos um voo de Porto Alegre para a Cidade do Panamá e em seguida um outro voo para Cancún. Chegamos por volta do meio dia no Kristal Cancún, rico hotel no olho do furacão da cidade. O mapa da Zona Hotelera de Cancún é no formato de um 7 e tanto o nosso hotel, como os bares mais famosos, ficam na curva do 7. Apesar de só liberarem o quarto às 15hs, conseguimos aproveitar a praia da frente do hotel. Dos 6 dias, o primeiro e o último ficamos lagarteando nas areias de Cancún mesmo. Água azul daquelas e mar com “agitamento” de mulher perder o biquíni!


Dois outros dias fomos para Isla Mujeres, um pequeno paraíso na terra. Para chegar lá foi barbada, pegamos um ferry, com música ao vivo (Cielito lindo na ida e na volta) por U$ 19 por pessoa e com vários horários disponíveis para ir e voltar. Em um dos dias alugamos um carrinho de golf no final da tarde para ir até a ponta sul da ilha. Sinceramente, não vale muito a pena. O que vale mesmo é ficar na ponta norte: praia paradisíaca, cerveja gelada, barzinhos e tudo mais do seu imaginário. Existem alguns parques e passeios na ilha (e por toda a volta de Cancún), mas optamos por curtir a praia mesmo. O combinado foi um capitalismo light, sem parques temáticos!






Num outro dia pegamos um táxi e fomos a Praia del Carmen. Taxi caro, U$ 35 cada trecho. Foi legal para conhecer, tinha muito vento e a praia estava cheia. Acho que não tivemos muita sorte. A tal da 5ª Av. é bem legal! São varias quadras com lojinhas, bares e restaurantes.
Por fim, visitamos uma das Sete Maravilhas do mundo moderno! Chichén Itzá! Estávamos na dúvida se íamos de carro alugado ou excursão! Por medo de “mordidas” dos policiais mexicanos, optamos pela excursão (U$ 60 por cabeça)! Bela cagada fizemos.
Vícios normais de tudo que é passeio, disseram que nos pegariam às 7 da manhã de ônibus. Às 7:30 chegou uma van que depois passou em 4 hotéis e nos largou em um estacionamento. Lá pelas 8 chega o ônibus! Tamanho normal e de aparência requintada! Quando entramos eu mal conseguia sentar de tão apertado. Normalmente os ônibus possuem 40/45 lugares, este tinha 65! 65 seres humanos ultimate socados! Mas segue o baile, eram só 12 horas nele! Eis que entra o guia! Simpático, intercalando frases em inglês e espanhol e com uma camisa curta que deixava uma leve pança de fora. E o galo começou a discursar, disse que Tequila não é bebida tradicional mexicana, e sim espanhola. Que José Cuervo é dos Yankees! Não beba! Destruiu o mundo capitalista, mas queria nos vender repelente por U$ 10 (devido a uma epidemia de mosquitos em Chichén Itzá) e encheu o saco para comprar bugigangas do povo Maia da primeira parada. Pelo menos disse que o dinheiro seria usado para melhorar as escolas do povoado!
Depois de quase 3 horas paramos no tal pueblo! Fria total! Mais comercial impossível! Almoçamos por lá e tentaram nos vender uma consulta com um Xamã! Segundo o guia, o 4º melhor do México! Fico imaginando como deve ser o campeonato de Xamãs para o galo ter ficado em quarto, mas tudo bem! Segue o jogo! Tem que respeitar as crenças, mas o galo Xamã pareceu meio gozado!
Após esta batalha seguimos finalmente para o objetivo principal do passeio! Chichén Itzá! Ficamos duas horas e meia por lá! Todavia, não havia mosquitos, mas homo sapiens a dar com pau! Um outro guia ficou a metade do tempo explicando a história do lugar e a outra parte ficamos solitos para fazer fotos. Abaixo seguem alguns pontos que anotei:
  • Segundo eles, a maravilha do mundo na verdade é o Templo Kukulkan, pirâmide que aparece em todas as fotos, e não Chichén Itzá
  • Foi construida por volta de 973 d.c.
  • Tinha 4 funções: Religiosa, Matemática, Calendária e Astronômica
  • a cidade foi para o vinagre por volta de 1435, principalmente devido a má administração, antes do espanhóis chegarem
  • Os templos eram vermelhos, não consigo lembrar do motivo
  • A pirâmide não era uma tumba, como normalmente é
  • Os Maias tinham uma obsessão pelo Tempo
  • A pirâmide tem 4 faces = 4 estações
  • 91 degraus de escada de cada lado, ou seja, 364 dias + o topo, somando 365 dias do ano
  • Cada lado tem 9 plataformas com 6 quadrados em cada plataforma, 3 de cada lado da escada, com exceção da última plataforma que são duas de cada lado, totalizando 52 quadrados de cada lado = 52 semanas do ano. Cada quadrado fica iluminado em uma semana do ano
  • Se a gente bater várias palmas na frente da pirâmide, se escuta o som do pássaro Quetzal! E o mais lóki é que a National Geo gravou o som e comparou com o pássaro e é idêntico!
  • 21/6: 3 lados com luz
  • 21/12: 1 lado com luz
  • Em um determinado horário durante os equinócios se consegue enxergar, pelo reflexo da luz do sol, uma serpente descendo as escadas
  • Serpente era o Deus Maia mais importante
  • Quando os espanhóis chegaram viram o culto a Serpente (para Igreja Católica serpente = pecado). Queimaram 180 mil livros e quase toda a história Maia.




Para encerrar o passeio ainda passamos em dois lugares. Um Cenote! Para quem não sabe o que é (nós não sabíamos antes de vir para cá) é literalmente um buraco fundo com água cristalina e coisa e tal! Ficamos 50 minutos por lá, mas nós não entramos! Não era o foco!
Finalizando, paramos na cidade de Valladolid! Rica cidade! Clássica! Com a tradicional Plaza de Armas na frente da Igreja, com as terraças espanholas e casas coloridas! Nessa cidade filmaram vários filmes de Hollywood. Ela era bem grande séculos atrás, pois plantavam e fabricavam um tecido para roupas, mas quando inventaram o Nylon foi-se para a banha! Nos tempos atuais talvez proibissem o Nylon para não gerar desemprego!




Ainda demoramos duas horas e meia até chegar no hotel! Resumindo, o que valeu a pena foi Chichén Itzá e Valladolid! O resto não fez sentido para nós.
E hoje acabaram nossas vacaciones no México! Arriba México!!

PS: uma curiosidade não muito útil, nosso guia esclareceu o motivo de ter Plaza de Armas em tudo que é cidade! Um determinado Papa decretou que toda a Igreja Católica deveria ser protegida pelo exército. Então na frente de todas deveria ter uma praça para o exército ficar de tocaia! Sendo assim, se deu origem as Plazas de Armas! Na sua cidade as Igrejas mais antigas não possuem uma praça na frente?

PS2: Idioma Maia possui 25 vogais! Jumbotik = obrigado!

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Start spreading the news...New York, New York

Chegamos em New York no início da noite de sexta-feira (23/09) e pegamos um taxi do aeroporto de La Guardia até o apartamento do Airbnb que alugamos. Como meus pais também foram para NY, saiu mais em conta alugar um ap. Ele ficava na W Houston St, bem na divisa entre o Village e o Soho. Ótima localização e com uma vida noturna movimentada. Deixamos as malas e fomos direto para o Times Square para jantar com meus pais.
Nossos dias em NY foram bem ativos. Anotamos os principais pontos a serem visitados e dividimos um pouco para cada dia. Abaixo segue um resumo:

Sábado – 24/09
Caminhada até Chinatown e Píer 16
Atravessamos a Brooklyn Bridge a pé
Almoçamos no Dumbo (Down Under Manhattan Bridge Overpass)
Taxi até Bairro Williamsburg
Cerveja na Feira de Smorgasburg
Janta no Eataly na 23th St.


Domingo – 25/09
Caminhada pelo Village
Washington Square
Madison Square Garden
Bryant Park
Saint Patrick Cathedral
Central Park
Strawberry Fields
Dakota Building
Natural History Museum
Columbus Circle
Broadway: Cats
Rockefeller Center




Segunda-feira – 26/09
Tribeca
9/11 Memorial
Wall St.
Charging Bull
Battery Park
Estátua da Liberdade
Ellis Island



À noite pegamos um voo para Mineápolis pela Sun Country. Na terça e quarta ficamos assistindo a Ryder Cup no Hazeltine National Golf Club em Chaska. No último dia passamos na frente da casa do Prince e cruzamos a ponte para Saint Paul, onde visitamos downtown e retornamos para Mineápolis.


Quinta-feira – 29/09
Empire State
Biblioteca Pública
Grand Central Terminal
Chrysler Building
ONU
Fomos ver a partida de Basebol no Yankees Stadium: NY Yankees 5 x 1 Boston Red Sox.



Sexta-feira – 30/09
Caminhada pela Broadway
Union Square
Madison Square Park
Times Square
Sábado 1º/10
Sheridan Square
Whitney Museum
High Line
Chelsea Piers
Chelsea Market
Guggenheim Museu
The Met
Central Park
Lincoln Center
Moma
Feira 6th Ave.
Times Square


Domingo 2/10
Fomos ver no MetLife Stadium o jogo da NFL: NY Jets 17 x 27 Seattle Seahawks


Segunda – 2/10
Harlem
Apollo Theater
The Carlyle
Central Park
Rockefeller Center
Times Square
Bryant Park
Broadway: The Phantom of the Opera



Terça-feira – 3/10
Washington Square
Soho
Caminhada até o Times Square


No meio da tarde pegamos um taxi até o JFK para retornarmos para o Brasil.

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Montreal & Quebec

Acordamos cedo e fomos direto para um clássico café de Montreal. O dia estava bem bonito cerca de 18 graus. Compramos um cartão de 3 dias do metro por CAD 18,00, assim podemos ganhar tempo andando de um alado para o outro. O metro aqui em Montreal é bem tranquilo.
Iniciamos o dia na Place D'Armes onde fica a Basílica de Notre Dame. Olhada básica e descemos até o Vieux Port. Caminhamos pelo beira do rio São Lourenço até o Marché Bonsecours, um prédio bonito onde fica o antigo mercado público da cidade. Subimos de volta em direção ao centro, passando por Chinatown até a rua Rue Saint-Catherine, dobramos a esquerda e paramos na Place des Artes, onde se localizam o Museu de Arte Contemporânea, a Orquestra Sinfônica e o Teatro Jean Duceppe. Na volta da praça há diversos restaurantes e também a Praça dos Festivais (Quartier des Spetacles). Com o dia bonito, por volta do meio dia tinha muita gente na rua almoçando nos degraus da praça. Almoçamos por alí e no início da tarde pegamos o metro para o Estádio Olímpico de 1976.





O parque olímpico de Montreal é sensacional. Os diversos prédios construídos são utilizados para algum projeto. Entramos no estádio olímpico e pegamos o funicular até o topo da torre. Segundo eles, a maior torre torta do mundo.
De lá pegamos o metrô novamente e fomos para as ilhas. A Ilha de Santa Helena é a maior e a que tem um baita parque (Jean-Drapeau) com um globo gigante chamado de Biosfera. Ele foi construído para a Expo 1967 e hoje é um museu dedicado ao meio ambiente. Sentamos um pouco na grama para descansar e em seguida atravessamos a ponte para ir a Ilha de Notre Dame onde ocorre a Formula 1. Caminhamos um pouco, mas não chegamos a ir até o cassino.
Mais no final da tarde caminhamos pela Rue Saint Denis e encerramos o dia com uma cerveja no Vieux Port.



Na quinta-feira decidimos alugar um carro e fazer um bate-volta a Quebec. Com o cancelamento do voo cancelamos a estada de 2 dias lá e a princípio deixaríamos de ir. Pensamos um pouco e resolvemos passar o dia lá para conhecer. Pegamos o carro na Metro Gare e foram 2:30 por uma bela auto estrada. Alugar o carro saiu muito mais barato do que ir de ônibus ou trem. Chegamos por volta das 11 horas e estacionamos o carro no Hôtel de Ville. Saímos a caminhar para conhecer o que dava. Caminhamos pela beira do Rio São Lourenço, subimos até o Terrasse Dufferin, descemos Funiculair, almoçamos pela Vieux Quebec e passeamos pela Rue Saint Jean.
Lá pelas 3:30 da tarde começou a chover e levantamos acampamento. Foram praticamente 5 horas de estrada e 5 horas em Quebec. Mas valeu a pena! 





No nosso último dia em Montreal amanheceu com chuva. Arrumamos as malas para deixar no hotel e  fomos para a RÉSO, a cidade subterrânea. Caminhamos um pouco pelas lojas e como parou de chover fomos de metrô até o Oratório São José, onde tem uma baita vista da cidade.
De lá caminhamos pela Rue Saint Catherine, comemos o tradicional crepe e encerremos a visita na cidade na Jacques Cartier.
Por volta das 3:30 pegamos um Uber até o aeroporto. O preço foi o mesmo do táxi na ida e o serviço bem meia boca. Nosso voo da Air Canadá para Laguardia em New York saiu às 19 horas e em 50 minutos pousamos em Big Apple.

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Enfim chegamos no Canadá

Pegamos um voo para Guarulhos no domingo ao meio dia. Como compramos a passagem por milhagem, nosso voo da Delta Airlines para New York somente saiu às 21:30. Quando estávamos esperando o voo, caiu um baita temporal em São Paulo, com chuva de pedra e tudo que tem direito.  Voo decolou no horário e na largada pegamos uma forte turbulência. Tremeu, se ajeitou e seguiu o baile. Só que uns 30 minutos depois o piloto nos informa que pegamos uma chuva de pedra na decolagem e que o vidro do co-piloto estava rachado. Conversaram com a base e decidiram retornar a Guarulhos, pois não sabiam se tinha alguma outra avaria. Ficamos 1:30 gastando combustível e a meia noite pousamos de volta em São Paulo, com direito a ambulância e bombeiros na pista.
Fomos para um hotel perto do aeroporto e às 8 da manhã de segunda nos informaram que o avião sairia às 20 horas. Paciência! Troquei a conexão que faríamos para Quebec e segue a vida.
Às 4 da tarde fomos para o aeroporto e adivinhem: voo cancelado! O avião não ficou pronto! Que beleza! Depois de algumas tentativas, nos colocaram em um voo da United Airlines para Houston para depois ir pela Delta para Atlanta e por último Montreal. Nossa ida a Quebec iria ficar para uma próxima viagem. No momento esta foi a melhor opção disponível e nos atiramos nela.
Um ponto importante é que a Delta nos prometeu reembolsar a conexãoe o hotel em Quebec. Aguardemos!
As conexões funcionaram e chegamos em Montreal por volta das 5 da tarde de hoje. Um dia e meio depois do previsto e cerca de 300 km de onde chegaríamos, que era Quebec. Tentamos chamar um Uber e não funciona no aeroporto. Fomos de taxi para o Hotel Plateau Royale, perto da estação Mont Royal do metro. Hotelzinho justo, quarto grande, meio antigo e com um preço acessível.  Jantamos nas redondezas e caminhamos um pouco pela Av. Du Mont-Royal que é cheia de bares e restaurantes. Amanhã é aproveitar o dia!

sábado, 17 de setembro de 2016

Canadá & USA


Seguimos em frente em mais uma viagem! Desta vez para o Canadá e os Estados Unidos.
Amanhã, Clarissa e eu iniciamos com um par de dias em Quebec e um par de dias em Montreal. Depois descemos para New York, onde a ficaremos 11 dias com meus pais. Durante esta estada eu voarei para Mineápolis por 3 dias para ver um torneio de golfe.

domingo, 31 de janeiro de 2016

See ya later Oceania!

Hoje iniciamos o nosso caminho de volta para casa. Foram praticamente 3 dias em Sydney, cidade mais populosa do país. Ela vai deixar saudade!
Chegamos na quinta-feira no final da tarde. Nosso hotel era em Chinatown, perto da estação central. A localização é bem legal e relativamente perto de tudo.
Nas duas primeiras noites fomos jantar no Darling Harbour, mais uma área portuária revitalizada e cheia de restaurantes, bares e festas. Muito legal e imperdível.
Durante o dia caminhamos muito de um lado para o outro. A rua principal chama-se George Street e corta a cidade do norte ao sul. Do nosso hotel até o seu final, no mar, era uns 45 minutos de caminhada. Fizemos pelo menos 4 vezes este percurso durante nossa estada por aqui.
Passamos pelo Paddys Market, cheio de lojinhas. O Queen Victoria Building e o Strand Arcade, dois prédios bonitos e antigos com muitas lojas. A Pitt Street e o Martin Place, dois calçadões bem modernos. E ainda o Hyde Park e as Barracks, onde ficava uma das prisões da cidade no século 19. Sydney foi a primeira cidade colonizada pelos ingleses na Austrália a partir de 1.788. Pra cá vinham somente os famosos chaves de cadeia. As primeiras casas e estruturas construídas na região foi em The Rocks, bem na beira do mar e hoje ao lado da Harbour Bridge. As casas ainda estão lá no mesmo estilo e arquitetura, apesar de não serem as mesmas de mais de 200 anos. Hoje, pra variar, são restaurantes e bares sempre lotados.


Mas o mais sensacional é sem dúvida a Opera House! Sempre tive vontade de conhecer e vendo na televisão eu não imaginava algo tão grande e bonito como é ao vivo. É muito fantástico!! É muito maior que eu pensava! Como se vê pela TV, principalmente nos fogos do dia 31/12, ela fica bem na beira do mar e em toda a volta na parte de baixo há bares. Ontem à tarde estava lotada de gente (maioria bem arrumados) tomando uma cerveja ou espumante e aguardando os eventos começarem. Sem dúvida, a parte do Porto de Sydney é um dos lugares mais legais que já conheci. Essa combinação da ponte, opera, museus, cais, gente e, obviamente, grana girando, faz o lugar ser imperdível!

    



Em uma das tardes, pegamos um barco e fomos até Taronga Zoo, cerca de 10 minutos do Porto. Tivemos azar que no caminho caiu um baita temporal, mas em 1 hora passou. Como estamos no verão, todos os dias caiu uns mega temporais, mas depois melhorava o tempo. Eu não sou muito fã de zoológico, mas era a única oportunidade de ver os animais da região, como coala, canguru, diabo da Tasmânia, entre outros. E valeu a pena! Ainda tivemos um bônus de ver uma família de gorilas, que são assustadoramente apaixonantes.


   



No sábado pela manhã pegamos dois ônibus e fomos para Bondi Beach (pronúncia correta é Bondai), praia mais famosa da cidade. Chegamos bem cedo e estava meio nublado, mas já lotado de gente e surfistas no mar. A praia é relativamente pequena, mas bem legal! O mar é aquele famoso "arranca biquíni", na beirinha já têm ondas fortes e se o galo não entra ligado, já toma uma rasteira. Em seguida abriu sol e ficou muito quente. Aqui na Austrália é um dos maiores buracos da camada de ozônio, o sol é quase um lança-chamas! Em seguida do almoço voltamos para o centro.



Para não dizer que foi só alegria, uma das noites, por volta das 3:42 da manhã, acordamos com o alarme de incêndio nos ensurdecendo no quarto. Correria!! As pessoas saindo dos quartos, todo mundo com cara de sono! Como estamos no primeiro andar, se aprumamos rápido e quando íamos descer avisaram que era alarme falso. Batalha!
E finalmente chegou o famoso Domingo sem fim! Adeus à terra do Boomerang, do Didgeridoo e dos Aborígenes!
A viagem de volta inicia de Sydney a Auckland, depois Santiago, São Paulo e Porto Alegre. Serão algumas horas voando! A viagem valeu muito a pena! Essa região do mundo é imperdível!

Obrigado aos que viajaram com a gente pelo blog e qualquer dia teremos outra!

Abraços!